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Artigo – Uma análise decolonial a partir de Tasha e Tracie (Revista Anômalas – UFCAT)

O artigo Uma análise decolonial a partir de Tasha e Tracie, escrito por Gabrielly Rech Nogueira e Daniel Péricles Arruda, integra o dossiê Desobediência Epistêmica e Epistemologias do Sul: Perspectivas Decoloniais, Interseccionais e Transfeministas Terceiromundistas (v. 5, n. 2, 2025), organização de Dandara Camélia da Silva Domingues e Liliana Graciete Fonseca Rodrigues. A publicação é da Revista Anômalas, vinculada ao Grupo de Pesquisa Anômalos – Pesquisas e estudos em gênero, sexualidades, classe e etnicidades/raça da Unidade Acadêmica de História e Ciências Sociais da Universidade Federal de Catalão (UFCAT).

Resumo do artigo: O objetivo deste artigo é analisar o pensamento decolonial na relação entre os(as) principais autores(as) acerca do tema e as produções artísticas das rappers Tasha e Tracie; mulheres, jovens, negras e periféricas da Zona Norte da cidade de São Paulo/SP (Brasil). Para isso, a pesquisa baseou-se na pergunta norteadora a seguir: Como as produções de Tasha e Tracie podem contribuir para o pensamento decolonial atualmente? E por meio da pesquisa qualitativa, de caráter exploratória e na modalidade bibliográfica e documental, foi possível evidenciar que as produções artísticas das respectivas rappers revelam e criticam a continuidade da colonialidade na sociedade brasileira contemporânea, destacando a relevância da população negra e da cultura hip-hop na resistência dessa estrutura exploradora e violenta.

Palavras-chave: Decolonial; Rap; Relações Étnico-Raciais; Tasha e Tracie.

Para baixar o dossiê, clique aqui.

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