Olá, Pessoal!
Compartilho com vocês o artigo intitulado Uma menina, diversas meninas.
A pesquisa realizada teve como base principal a música “Uma menina”, do álbum “O silêncio que grita”, de Negra Li.
O artigo integra a edição mais recente da Revista da Defensoria Pública do Estado de São Paulo (v. 7, n. 2, jul./dez., 2025), que reúne diversas produções sobre raça, classe e gênero no sistema de justiça.
Resumo: O debate sobre as interfaces entre direito, justiça e violação de direitos é pertinente à realidade brasileira, principalmente no que se refere às mulheres em seus aspectos etário, geracional, racial, territorial e social, por exemplo. Nesse cenário, a condição de “meninas”, foco da pesquisa, em especial, emana a devida atenção. Desse modo, o objetivo é apresentar contribuições reflexivas a partir da música “Uma menina” (2025), da rapper Negra Li. Este artigo atende aos preceitos científico-acadêmicos, mas com linguagem poética, e apoia-se no referencial teórico interdisciplinar e no procedimento metodológico qualitativo na modalidade documental (obra musical). Com base na música investigada e nos contrastes existentes no país, observa-se que se fazem urgentemente necessárias a identificação de vulnerabilidades e a interpretação cuidadosa dos aspectos materiais e subjetivos que envolvem as violências, suas marcas e seus “sangramentos simbólicos”, com vistas à transformação dessas questões.
Palavras-chave: Meninas; Rap; Violência.
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